12 de março de 2012

Yaz em Dubai

Passo para atualizar uma informações que me deram há duas semanas, mas ontem pude conferir.

Finalmente, a pílula YAZ (uma parente da Yasmin) chegou em Dubai e pode ser comprada sem receita médica.

Comprei ontem e ninguém me perguntou absolutamente nada! Nem se eu era casada. A pílula estava junto com as outras (Yasmin, Diane etc) e de fácil acesso para qualquer mãozinha. Se eu quisesse (ou melhor, se eu tivesse visto) poderia ter pego sem nem perguntar ao farmacêutico.

O preço dela aqui está na casa dos aed 45. Outra novidade para quem está habituada com a do Brasil (sim, eu trago na mala algumas caixas!), eles colocam quatro comprimidos "falsos" e de cor diferentes dos outros 24.

A médica me explicou que toma quem quer os tais quatro comprimidos. Eles servem para que a mulher não perca o hábito de tomar o remédio todos os dias, ou seja, essas quatro "pílulas" extras não vão te fazer mal algum.

Achei super bem bolado isso! Viva que a Yaz chegou aqui e espero que não saía do mercado tãoooo cedo!!

6 de março de 2012

Documentos - Parte 1

Se você vem morar em Dubai ou já está aqui, é bom saber - e ter - alguns documentos para viver com mais facilidades e evitar futuros problemas.

O post de hoje é dedicado ao E-Gate!

O E-Gate é um "cartão" (muito parecido com aquele de banco) que posui sua foto e algumas informações pessoais. Ele vem a substituir o passaportes daqueles que residem nos Emirados.

Se você viaja com certa frequência vai reparar que a Imigração de Dubai, dependendo da hora, tem filas grandes e a demora nos guichês é grande. Para encurtar caminho e agilizar sua viagem, aqueles que possuem o E-Gate tem um acesso diferenciado.

A pessoa deve se dirigir à área dos guichês do E-Gate que é totalmente informatizado. Uma espécie de catraca de vidro sofisticada, onde você deve passar seu cartão do e-gate e seu cartão de embarque em um leitor digital.

Dados conferidos, uma porta de vidro se abre e você pode passar para o segundo passo do processo. Você ficará entre duas portas de vidro (aquela que você já passou e uma segunda) para que possa conferir sua digital ao colocar seu dedo em um outro leitor específico.

Feito isso, você já está apto a passar pelo raio-x e seguir pro dutyfree ou direto pro portão de embarque! Nada de filas, longas esperas, olhadas estranhas dos funcionários da Imigração e a melhor parte: nenhum carimbo extra nas suas preciosas folhas do passaporte!

Tudo funciona perfeitamente, mas vale lembrar que você deve SIM levar com você seu passaporte, pois caso dê algum problema no processo do e-gate, existe um funcionário da Imigração ao lado para que possa te ajudar e assim carimbar seu passaporte ao fazer o procedimento normal.

Para fazer seu E-gate existem alguns postos de atendimento do Governo - um deles fica no Terminal 1 do aeroporto internacionald e Dubai - onde você pode ir com seus documentos e dinheiro! Há uma taxa (não me lembro quanto é, mas algo pela casa dos 200 dhs - se é que não aumentou) que pode ser paga com cartão de crédito ou dinheiro. Dai é ter o passaporte original com o visto de residente (bom levar cópia de ambos) e lá mesmo você tira a foto e faz a coleta da impressão digital. O cartão fica pronto na mesma hora!

Li em sites que algumas vezes eles rejeitam o cartao de crédito, então para evitar estresse, leve dinheiro ou saque de alguma máquina antes de ir ao posto de atendimento. Também ouvi pessoas comentando que tiveram que levar foto tamanhod e passaporte para conseguir fazer seu documento. No meu caso, eu não precisei, pois na hora mesmo dentro do tal escritório.

O cartão tem validade de 2 anos. Para renová-lo é exigido o mesmo procedimento.

No próximo tópico sobre documentos, vou falar sobre a ID-UAE.

11 de janeiro de 2012

Natal e ano novo

Passei meu primeiro Natal e virada de ano aqui em Dubai. Não esperava grandes festas como estou acostumada no Brasil.

Razões?? Acho que uma é suficiente para vocês me compreenderem: Dubai é um Emirado Árabe, ok? A religião  de 99,9% dos árabes é o Islã. Pensa se algum muçulmano vai comemorar o nascimento de Jesus (para aqueles que esquecem, o Natal tem esse propósito) ou celebrar um ano novo do calendário cristão!!!??

Não, eles não celebram. Os mais flexíveis até te desejam "Feliz Natal" e "Feliz Ano Novo", alguns ignoram com todas as suas forças essas duas datas.

Há quem me pergunte se aqui existe árvore de Natal, enfeites e tudo mais. Sim, você pode comprar algumas coisas por essas bandas. O problema é encontrar algo tão bonito quanto no Brasil, EUA ou alguns itens da Europa.

O que tem aqui, com certeza, vem da Europa, mas senti dificuldades de encontrar algo como temos em terras tupiniquins. Logo no final de Novembro, algumas lojas já colocaram nas prateleiras seus apretechos. Eu garanti logo os meus e fiz bem. Alguns brasileiros reclamaram que deixaram pra última hora (como bons brasileiros) e não encontraram mais as peças que gostaram.

Confesso que árvore de Natal tive dificuldades em achar uma que EU gostasse. Fui no Ace, perto da IKEA, e achei vários tamanhos e cores lá. Tinha até árvore roxa e preta!!(????) Como eu queria algo menor, demorei pra encontrar, mas consegui.

Há uma loja no Mall of the Emirates que só vende esses enfeites, porém por preços ligeiramente altos. Outras, no mesmo shopping, também disponibilizam algumas coisas. Achar se acha sempre, só tem que ter perna e paciência pra encontrar algo do seu gosto e pro seu bolso.

Se você já foi ou morou no Brasil, EUA e Europa, não pense que aqui vai encontrar a mesma festividade no meio da rua ou dentro do mall. Aquelas decorações cheias de vida, luzes, árvores, Papai Noel etc não pertencem a Dubai.

Poréééééémmm, devido ao número de turistas nessa época do ano (os quais são cristãos), os shoppings colocam uma árvore bem grande no ponto principal dele e pronto! Viva o Natal!!!!!! Não vi nenhum Papai Noel em lugar algum, portanto não sei se existe.

Só para registrar, se dia 25 de dezembro cair em dia de semana aqui (domingo a quinta) e se você estiver trabalhando, não espere ganhar folga, ok? Tivemos que bater ponto em pleno domingo depois da ceia de Natal. Pergunta como estava o humor da equipe? Super feliz, né?

Ano novo? Isso tem aqui com direito a uma festa da virada com muitos fogos no Burj Khalifa - evento transmitido ao vivo pela rede de televisão - ou em Dubai Marina e companhia. Hotéis e boates disponibilizam pacotes com buffet, pista de dança, música alta e tudo mais que você queira para se sentir fora de Dubai!!!

O que eu fiz? Aproveitei as duas datas no melhor estilo romântico e caseiro com marido. Nos conhecemos há mais de seis anos e durante todo o tempo de namoro e noivado, nunca passamos nenhuma dessas comemorações juntas. 2011 nos deu esse grande presente e decidimos fazer dele um momento muito especial.

Não me preocupei com árvores de Natal no mall, enfeites nas ruas, fogos de artifícios nos céus... Enfeitei minha casa toda (muitas coisas trouxe do Brasil, outras comprei na Europa e um tantinho de nada aqui) para o Natal; fizemos um jantar com direito a velas etc. A virada foi regada com muitas bolões de ar, cornetas, confetes, bebidas, música, boa comida etc. 

28 de novembro de 2011

Olá!

Muito tempo que não passo por aqui, pois muitas coisas aconteceram nesses últimos meses.

Resolvi arriscar e apliquei para uma vaga mais ou menos na minha área de formação. Fiquei alguns bons meses esperando pela resposta. Na verdade, eu já tinha certeza de que era um não, afinal quando isso acontecia no Brasil, sempre vinha uma resposta negativa (quando vinha).

Gostaram do meu currículo e aceitei ficar como temporária. A princípio, o temporário seria somente por dois meses e meio. O que para mim estava de bom tamanho porque não esperava que fosse arrumar qualquer coisa por aqui tão rápido.

Aceitei por inúmeros motivos:

1 - Como disse antes aqui, vim para Dubai porque decidi me casar e nós dois concordamos que aqui talvez fosse melhor para dois, principalmente no quesito mercado de trabalho. Vim para cá com muitos planos, além de ficar ao lado de meu marido. Focar na carreira era uma das primeiras opções.

2 - A empresa é boa e a proposta também.

3 - O cargo está um pouco relacionado com minha área de formação.

4 - Chance de melhorar meu Inglês - que continua meia boca, mas melhorou muito!

5 - Ocupar mente e corpo. Adoro ficar na minha casinha, mas confesso que já estava me enjoando essa história de só ficar em casa. Até porque gosto de fazer as coisas com companhia e meu marido vive trabalhando.

Foram meses de muita, mas muita (muita, muita, muita, muita) adaptação em todos os sentidos de minha vida.  Tive mais de 15 dias de treinamento, que começava às 7h e só terminava às 15h30 - muitas vezes sem horário de almoço.

Fiquei exausta porque meu cérebro não estava mais habituado a escutar alguém falando Inglês por tantas horas seguidas.

Como se não bastasse isso, os diversos sotaques das pessoas que me treinaram: foi alemão, coreano, japonesa, francês, russo etc. Imagem, cada um com seu sotaque e algumas palavras eram impossíveis de se compreender de primeira.

Os termos específicos e técnicos que eu nunca havia escutado na vida antes!! Isso me apavorou no início, mas me controlei.

Depois de semanas exaustivas, consegui absorver boa parte e me jogaram para a prática. Juro que me surpreendi e até mesmo meus supervisores e gerentes disseram o mesmo. Recebi elogios logo na primeira semana e fiquei muito feliz com isso, afinal estava dando o melhor de mim e esforçando ao máximo.

Consegui vencer algumas barreiras do meu Inglês. Ele ainda não está no nível que eu gostaria que estivesse, mas evoluiu beeeeemm desde quando comecei.

Agora, posso soltar o verbo, né?

Antes de conseguir um emprego, eu não aguentava mais o preconceito no tom de voz e o olhar de dó que as pessoas quando me perguntavam o que eu fazia aqui e escutavam a resposta: "Por enquanto estou só em casa e tomando conta dela, do marido etc".

Para mim, tomar conta de casa e todas as outras responsabilidades que estão imbutidas nela era uma completa novidade em minha vida. Nunca precisei fazer grandes esforços no Brasil.

Vim para cá, sem saber cozinhar. Aprendi aqui, na marra, sozinha e me virando para aprender os nomes das comidas e ingredientes em inglês. Comecei a ter a obrigação e responsabilidade de limpar a casa todos os dias, de lavar, passar roupas, fazer compras no mercado etc sozinha. Coisas que no Brasil, eu não tinha total responsabilidade.

Quando as pessoas me perguntavam o que eu fazia aqui, já sabiam que eu ia falar isso, mas mesmo assim fazia questão do olhar de pena e repetir a odiosa frase: Ahhh, você não está fazendo nada, é? Nossa!!

Pera ai!!!! Fazendo nada?? Eu não falava que estava na minha casa vendo tv de pernas pra cima no sofá enquanto a empregada, passadeira e cozinheira faziam todo o trabalho. Eu poderia estar desempregada, sem alguma ocupação não-remunerada etc, mas sem fazer nada é muito exagero.

Antes mesmo de ser dona de casa, sempre tive uma certa raiva de gente que pensa que esse tipo de coisa, que associa tarefas doméstica com fazer nada!

Admiro quem consegue administrar uma casa sozinha, tomar conta de sua família, criar seus filhos, manter uma casa sempre limpa, comida gostosa na mesa, geladeira cheia etc. Isso é um trabalho que nunca tem fim e que ninguém dá valor.

Agora, empregada, tenho uma certa alegria de dizer para essas mesmas pessoas que estou sim trabalhando, mas que continuo como dona de casa. Só acumulei funções!

25 de julho de 2011

Ahn?

Essa semana, juro que fiz essa exclamação (ahn?!) quando estava na rua conversando com uma amiga.

Não estava tarde, talvez fosse 19h. Ainda tinha luz do sol porque no verão os dias são mais longos e só começa a anoitecer depois de 19h30.

Estavamos tranquilas, em um ponto relativamente movimentado da rua quando veio um indiano pedir informação.Queria saber onde ele pegava o ônibus para Abu Dhabi.

"Não faço a mínimaaaaaaaaaaaaa ideia , meu senhor!". Isso foi o que pensei, mas não falei (deveria ter tido).

Disse que não sabia, mas que era para ele ir num ponto de ônibus que ele ia ver o mapa das rotas e qual número de ônibus o levaria para a rodoviária. Ele disse que tinha feito isso e não achou.

Pedi desculpas e sugeri que ele fosse numa cafeteria perguntar para os funcionários. Ele disse que perguntou e ninguém sabia.

Falei para ele ir no metro perguntar lá e o senhor me deu a mesma resposta.

Atééééééé qqqquuuueee finalmente ele desandou a falar sem parar.... Foi ai que comecei a ficar arrependida de não ter respondido logo o que me passou pela cabeça.

Ele veio com uma lorota gigante de que a firma que ele trabalhava o demitiu sem avisar nada e que ele estava andando o dia inteiro porque ficou transtornado e nisso perdeu dinheiro (uhum... me engana que eu gosto)...

Que ele precisava voltar pra casa em Abu Dhabi (uhum, me continua que assim eu acredito que mora mesmo em Abu Dhabi e não na área industrial de Dubai), MAAAASS QUEEEEEE ....

...  NÃO TINHA DINHEIROOOO !!!!!

Ahá !! Chegou aonde eu já sabia que ele iria chegar quando desatou a falar.

Não é novidade essa situação para mim porque quem morou no Rio uma vida inteira, está habituado com abordagens beeem piores que essa.

O problema é que aqui, assim como no Brasil, não se pode pedir dinheiro na rua. Se a polícia pega, a pessoa está ligeiramente encrecada.

Pausa para uma obs: Isso porque a maioria deles, pelo que me contaram, já está com o visto vencido há algum bom tempo. Se ele te pertuba na rua, quer dinheiro e você chama a polícia, é certo dela pedir passaporte e tudo mais. Dai, já sabem, né? Cadeia básica até ser deportado! - Provavelmente não pelo fato de pedir dinheiro, mas por estar fora da lei com o visto inválido para permanecer no país.

Eu - sei lá pq - resolvi dar somente 2 dirhams para ver se ele saia logo dali. Também fiquei com pena da figura que estava suja suja.

Ok, dei o dinheiro e falei com ele: aqui está, mas se o senhor precisar de mais alguma ajuda, eu chamo os policias ali do metro para te orientar melhor, tá?

Ele entendeu bem minha "educação" e saiu varado. Tudo bem que ainda agradeceu - coisa que no Brasil quase nenhum pedinte faz.


Depois que tudo acabou, voltei pra casa e fiquei um bocado incomodada com isso.

Eu não gosto desse tipo de atitude em lugar nenhum do mundo porque parece que é sua obrigação de dar o dinheiro. Não gosto de ser coagida a fazer algo que não quero. Não gosto de me ver em situações que me deixam sem opções de reagir.

Será que só eu acho que todo mundo que pede dinheiro na rua, parece que te olha com olhos ameaçadores, se mexe de forma suspeita como se fosse puxar a qualquer momento uma faca, arma etc?

Foi isso que eu não gostei!

Aqui é raríssimooooooooooooooooooooooooooooo você ser parado por alguém que venha te pedir dinheiro. Nunca passei por essa situação em seis meses de Dubai e nunca escutei ninguém contando algo no gênero.

Quando resolvi dividir essa minha experiência com os outros - inclusive uma local -, T-O-D-O-S me falaram: "você não deveria ter dado nada! se um começa a dar e o outro também, eles proliferam! isso é errado! dá próxima saia andando e diz que não tem grana!"

Ok, concordo.  Dá próxima, não dou nada!

18 de julho de 2011

Metro

Ando muito de metro aqui. Uma coisa boa é que existe um vagão só para mulheres e crianças.

O resto do vagão é praticamente só homens e essa área "especial" para nós é sensacional.

Uso o vagão misto quando estou com meu marido ou com minhas amigas, mas sozinha... só o de mulheres!!

Confesso que está se tornando pequeno só ter um vagão. Dependendo da hora e da direção que você pegue, vai lotadoooooo como o restante do trem.

Porém: ele é mais cheiroso (ou menos fedido); as pessoas não ficam olhando direto para vc com mta frequência; me dá a sensação de que as mulheres são até mais educadas etc.

A melhor parte? Quando um homem entra no vagão das mulheres!

Dependendo das mulheres, do tanto cheio que esteja e também da atitude do homem: ele escuta logo um berro ou recebe uma catucada ou logoooooo é avisado pelas próprias mulheres que ele ali não é permitido e elas mandam mesmo eles saírem.

O engraçado é quando o homem se faz de desentendido porque quer fingir que não sabe desse "pequeno" detalhe e fica com cara de paisagem. As mulheres avisam, o cara fica na dele e diz que não fala inglês ou que não entendeu e bla bla bla. Tudo porque o vagão misto está lotado. Não tenha dúvida que alguma mulher vai fazer ele entender a norma!

Eu adoro ver essa cena quando esses tipos entram no vagão.

Lógico que volta e meia, o homem não sabe mesmo disso. Vc saca pelo jeito que ele entra e fica no vagão e mais ainda: a expressão do rosto dele de vergonha e/ou de desculpas quando vai pro misto.

12 de julho de 2011

Eu vi !!

Eu juro que vi !!!

Algumas vezes, vamos ao mercado que é mais ou menos perto de nossa casa. Nesse calor, as idas até lá têm sido suspensas porque temos que caminhar um pedaço generoso.

Outro dia, resolvemos enfrentar a alta temperatura e ir ao tal mercado que é bem típico de árabe. Você quase não vê estrangeiro lá - ok, ok, vê sim porque a população estrangeira aqui é enorme! Vc vai ver expatriado em todos os lugares de Dubai.

Nesse mesmo mercado há lanchonetes; farmárcia; loja de roupas, de produtos de casa, eletrônicos; casa de câmbio; quiosques vendendo flores, celulares e docinhos etc.

Pois bem... precisei ir na farmárcia para conversar com o farmacêutico. Queria descobrir se um remédio que eu tomava no Brasil vendia aqui porque precisava muito dele.

Nisso que passo da entrada para o balcão, tenho que me desviar dos displays do meio do caminho. Numa das milhares de prateleiras, eu vejo nada mais, nada menos que anticoncepcional!!

Tive que controlar meus olhos e meu impulso de mexer nas caixas. Fiquei mesmo sem jeito porque, antes de vir, eu lia muito em outros blogs que aqui não se vendia pílula na farmárcia. Melhorar a frase: em algumas até se vendia, porém só poderia comprar se você fosse casada, com receita médica e com o maridinho liberando o uso.

Vim pra cá e nunca me importei de perguntar nada sobre isso. Confesso que continuo sem saber porque fiquei sem graça de perguntar ao farmacêutico se isso era verdade.

Eu vi três marcas: Yasmin, Diane e uma que esqueci o nome porque não me era comum. As três al,: de fácil acesso de qualquer mulher. Bastava você pegar com sua mãozinha e levar ao caixa!

Pensa: num mercado árabe!!!??? Preciso voltar lá para ver se existem outras marcas e como é o esquema de venda.

Sei que sai feliz com a atenção e paciência do farmacêutico comigo: achei o remédio de alergia que precisava e ele ainda me ajudou com outros! Feliz da vida !